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Alterações no Cine Repórter

22/12/2010 | Por | Categoria: Blog

Talvez nem mesmo os três ou quatro leitores mais atentos que ainda acompanham regularmente o Cine Repórter, apesar da incompetência do editor em atualizá-lo, tenham percebido que o site passou por uma pequena alteração editorial.

Essa alteração pode ser conferida na redução de categorias do menu.

Várias (videocasts, podcasts, rascunhos, livros) desapareceram. Não, o conteúdo não foi retirado do ar. Todos os vídeos, arquivos de áudio e textos continuam no site. Só que a atualização andava tão irregular, e sem perspectiva de alteração no quadro, que decidi reunir todo esse conteúdo em apenas quatro categorias mais amplas.

Vou explicar as mudanças.

Críticas passa a congregar todo o conteúdo relacionado a análise fílmica. A seção de DVDs também teve o nome alterado para Homevideo (englobando, pois, todos os formatos de vídeo doméstico) e passou a ser tratada hierarquicamente pelo sistema WordPress como uma sub-categoria de Críticas. Isso quer dizer que privilegiarei totalmente a análise dos filmes do que dos discos (em qualquer formato). Videocasts e podcasts também estão nessa seção.

Blog é uma seção destacada visualmente (páginas na cor azul) e que pretende tratar de assuntos variados, mais pessoais e intimistas, ou com uma abordagem mais menos rigorosa. Por exemplo, os casinhos despretensiosos envolvendo minhas filhas (cuja audiência tem sido infinitamente superior aos textos sobre filmes… o que talvez queira dizer muito acerca da minha capacidade como crítico de cinema, hehehe) estão nele, bem como listas de melhores do ano, análises de premiações, comentários sobre reportagens curiosas oriundas de outras fontes, etc.

Academia é uma página simples, que resume minha vida acadêmica e congrega links para toda a produção pessoal nessa área: artigos, capítulos de livros, dissertação de mestrado, tese de doutorado (aparecerá aqui assim que defendida e liberada pela universidade), currículo Lattes, links para grupos de pesquisa, etc. A tendência é que essa seção específica seja bastante expandida ao longo de 2011. Tenho muitos planos para ela, mas vamos devagar com o andor.

Outros Textos foi pensada como uma categoria mutante, capaz de receber todo tipo de material que não se enquadre nas outras três. Em 2010, por exemplo, escrevi três reportagens para revistas não-acadêmicas; outras duas estão escritas e serão publicadas em 2011 (não sei exatamente quando, mas tentarei postá-las aqui depois que isso acontecer). Entrevistas pingue-pongue em texto, áudio ou vídeo também estaria aqui, bem como eventuais comentários sobre livros, festivais, etc.

O menu principal mantém links para minhas páginas no Twitter e no Facebook. As redes sociais já contêm muita coisa que se sustenta sozinha, sem precisar do apoio do site. O link para a comunidade no Orkut continua no rodapé do site, mas optei por tirá-lo do menu, já que o Orkut anda muito esvaziado e o próprio Google parece em vias de desativá-lo. Mas ficarei atento a esse universo, claro.

Com essas pequenas mudanças, acho que o Cine Repórter está pronto para 2011.



Top 10 de 2010

20/12/2010 | Por | Categoria: Blog

Para fazer o Top 10 de 2010, eliminei um critério usado em listas de anos anteriores. Aqui, não levei em consideração o fato de o filme ter sido exibido em alguma sala no Recife. Tinha apenas que ter sido lançado no Brasil em tela grande. Só isso.

Essa decisão acontece simplesmente porque o parque exibidor pernambucano vem ficando mais restrito a cada ano. Não tenho estatísticas sobre isso, e me baseio apenas na minha própria percepção, mas tenho a impressão de que estamos ganhando mais salas e, paradoxalmente, vendo as opções diminuírem mais e mais.

Em 2010, houve vários períodos dominados por um ou dois títulos muito populares, que ocupavam 60% ou mais das salas existentes aqui.

Evidentemente, houve exceções notáveis (a maior de todas, claro, sendo a exibição de três filmes de Leone no São Luiz, o que gerou uma das sessões mais lindas que já vi, com “Três Homens em Conflito” surgindo glorioso e restaurado na telona), mas que eram isso mesmo: exceções.

Tudo isso também me permitiu votar no melhor filme de 2010, o incrível “Carlos”, uma das melhores e mais impressionantes cinebiografias já realizadas.

Os títulos estão em ordem alfabética.

» Carlos
» O Escritor Fantasma
» A Estrada
» Mãe
» O Profeta
» O Que Resta do Tempo
» A Rede Social
» Scott Pilgrim Contra o Mundo
» Sede de Sangue
» Toy Story 3

Menções honrosas (também em ordem alfabética):

» Enterrado Vivo
» A Origem
» Reflexões de um Liquidificador
» O Segredo de Seus Olhos
» Tropa de Elite 2
» Zumbilândia

Feliz 2011 a todos!



O dia em que Marlon Brando virou sorvete

05/12/2010 | Por | Categoria: Blog

Minha mãe dizia – e continua dizendo – que a gente deve sempre prestar atenção no que as crianças dizem. Pode-se aprender lições inesquecíveis com elas.

Para mim, um dos episódios mais interessantes que ilustram essa máxima aconteceu em fevereiro de 2009, quando me preparava para sair de casa no dia em que iria ministrar a primeira aula do semestre de uma disciplina chamada Cinema e Narratividade, na UFPE.

Tenho duas filhas. No momento em que me preparava para ir à universidade, a mais velha (Nina, então com 5 anos) assistia a um desenho animado, sentada no sofá. Ela me viu colocar uma camisa com a estampa estilizada em alto contraste de Marlon Brando numa cena de “O Poderoso Chefão” (imagem reproduzida abaixo). Então, olhou pra mim e soltou uma observação despretensiosa:

– Pai, o homem na camisa parece um sorvete.

Como não entendi a observação, olhei de novo para a camisa. E tomei um susto: a danada tinha razão! A camisa branca que Brando usava por dentro do terno parecia uma casquinha; seu rosto formava uma bola caprichada; havia até uma cereja (o botão de rosa), caindo pelo lado direito, devidamente vermelha!

– Tem razão, Nina! Parece mesmo!

Desandei a rir e fui abraçá-la. Depois saí de casa, pensando no episódio.

Fui dirigindo à universidade pensando no que tinha acabado de acontecer. E percebi que Nina me havia oferecido, sem querer, uma demonstração prática do princípio demonstrado por Gombrich na introdução do livro “Arte e Ilusão”: mesmo a mais simples das imagens está sujeita a interpretações diferentes. Ver é, por definição, um ato subjetivo. Jamais, em qualquer contexto, é possível decretar a objetividade de uma imagem, por mais que ela pareça óbvia. Porque as experiências pessoais de quem olha interpelam, a todo instante, a interpretação que se faz do ato de enxergar.

Acabei relatando o episódio com Nina alguns minutos depois, na abertura da aula. Assim: perguntei aos alunos o que eles viam na camisa. “O Poderoso Chefão”, alguns disseram. “Dom Vito Corleone”, foi outra resposta comum. “Marlon Brando”, certos alunos lembraram. Alguém falou em Francis Ford Coppola. Outros mencionaram a Máfia.

Só depois narrei o que Nina havia visto na camisa.

Obviamente, ela não assistiu ao filme. Não conhece (ainda) o padrinho Corleone, nem Brando, nem Coppola. Não sabe o que é Máfia. Todas essas informações estão fora do repertório de experiências que ela detém e utiliza para interpretar as imagens que vê. No entanto, um sorvete faz parte da realidade dela. Naturalmente, ela deu àquela imagem uma interpretação que seu repertório lhe permitiu.

Note: trata-se da mesma imagem. Mas o que Nina enxergou nela é completamente diferente daquilo que os 35 alunos viram.

E.H. Gombrich fazia a mesma experiência usando a famosa ilustração do coelho e do pato (reproduzida abaixo). Ele mostrava a imagem aos alunos e perguntava o que eles viam. Alguns enxergavam um animal; outros viam o outro. O motivo pelo qual certas pessoas viam um coelho e não um pato (ou vice-versa) não importava. Interessava, isso sim, que a imagem era idêntica, mas a interpretação dada a ela – um processo cognitivo simultâneo ao ato de enxergar – variava de indivíduo para indivíduo.

Volta e meia, eu resgato a camisa e conto essa história a uma nova turma de alunos. Sempre funciona: não existe tal coisa como uma imagem objetiva. Isso é uma quimera, uma utopia irrealizável.

Aprendi com Nina. 🙂



Livro da Socine 2009

30/10/2010 | Por | Categoria: Blog

Todos os anos, uma comissão editorial de três pessoas seleciona uma parte dos artigos apresentados durante o encontro da Sociedade Brasileira de Estudos do Cinema e do Audiovisual (Socine) e publica em livro. Trata-se, portanto, de uma espécie de retrato instantâneo das pesquisas que estão sendo realizadas Brasil afora na área, naquele determinado momento.

O livro relacionado ao encontro da Socine de 2009, realizada na ECA-USP (São Paulo), está disponível aqui.

Tem um artigo meu entre os 40 selecionados pela comissão (Samuel Paiva, Laura Cánepa e Gustavo Souza). A variedade de objetos, enfoques teóricos e metodologias é ampla, algo salutar. Baixem o e-book à vontade. E boa leitura.



Relações entre imagens e sons

04/07/2010 | Por | Categoria: Blog
Enquanto minha produção de resenhas para o Cine Repórter não retoma o antigo ritmo, posto por aqui mais links para artigos científicos.

Este é intitulado “Relações entre imagens e sons no filme Cinema, Aspirinas e Urubus”. Saiu na revista e-Compos (DF), publicação oficial da Associação dos Programas de Pós-graduação em Comunicação.

Uma versão diferente deste artigo foi apresentada em outubro de 2009, no encontro da Sociedade Brasileira de Estudos do Cinema e Audiovisual (SOCINE), em São Paulo. Fiz um monte de alterações antes da submissão à comissão editorial da e-Compos, que ainda solicitou outras mudanças.

O artigo está em formato PDF e pode ser baixado aqui.



Dissertação sobre crítica

28/06/2010 | Por | Categoria: Blog
Embora só em 2009 tenha se tornado minha ocupação principal, comecei a estudar cinema seriamente no final de 2001, quando entrei no mestrado em Comunicação da UFPE.

Nos dois anos seguintes, 2002 e 2003, pesquisei sobre crítica de cinema. Meu objetivo era simples: queria saber porque os textos críticos publicados em jornais e revistas, sobretudo após o aparecimento da Internet, se pareciam tanto uns com os outros. O resultado foi a dissertação “O gosto dos outros: consumo, cultura pop e internet na crítica de cinema de Pernambuco”, defendida em maio de 2003.

O texto completo da dissertação, que realiza também uma historiografia da crítica de cinema pernambucana, está disponível em formato PDF e pode ser lido aqui.



Continuidade intensificada em Sergio Leone

12/06/2010 | Por | Categoria: Blog

O artigo que disponibilizo aqui foi apresentado no encontro da Associação Nacional dos Programas de Pós-Graduação em Comunicação (Compos), realizado na PUC-RJ, em junho de 2010.

Nele, examino a idéia de que o exercício de um cinema autoral não está obrigatoriamente ligado à noção romântica de autoria, que supostamente exige do cineasta o não-pertencimento a um gênero fílmico. O cinema de Sergio Leone é utilizado como estudo de caso, partindo do pressuposto de que os filmes do italiano exerceram uma importante contribuição no processo de revisão e criação de certas ferramentas narrativas e estilísticas que passaram a fazer parte do repertório do cinema contemporâneo, embora esta contribuição – uma operação autoral, no meu entender – seja minimizada ou ignorada pela maior parte dos pesquisadores cinematográficos, sobretudo por causa da militância do diretor no cinema de gênero.

A íntegra do artigo pode ser lida aqui (arquivo em formato DOC).



Games X Cinema

04/06/2010 | Por | Categoria: Blog

A revista Culturas Midiáticas (UFPB) publicou o primeiro número de 2010. Há um artigo meu lá, chamado “A influência dos videogames na linguagem cinematográfica: o caso “300” e a estética Playstation”.

Esse trabalho não tem qualquer relação com minha tese de doutorado. Tento levantar alguns pontos sobre a influência que os jogos eletrônicos vêm exercendo sobre os filmes contemporâneos, tanto na forma quanto na estrutura narrativa.

O artigo pode ser lido aqui.



Outro artigo na rede

27/03/2010 | Por | Categoria: Blog

Para os leitores interessados em minhas atividades acadêmicas, esse artigo chama-se “História de uma Crise: a Crítica de Cinema na Esfera Pública Virtual”, e está na revista Contemporânea, editada pelo Programa de Pós-Graduação em Comunicação da Universidade Federal da Bahia (UFBA).

O link para download está aqui. O artigo pode ser conferido em formato PDF.

O tema deste artigo não tem relação com minha pesquisa de doutorado, que analisa estilo e narrativa na obra de Sergio Leone.

Na verdade, o texto em questão é mais antigo. Trata-se de um desdobramento de minha dissertação de mestrado (cuja pesquisa remonta a 2002-2003), que refletia sobre as interferências da Internet na produção dos críticos de cinema.

Esse tema foi retomado em 2008. O artigo em questão foi escrito como ponto de partida para minha pesquisa de doutorado.

Acabei deixando o tema de lado posteriormente. Mas, no final de 2009, acabei retornando ao artigo, fazendo alguns ajustes e enviando para a Contemporânea.

Esse tema da crítica de cinema muito me interessa, e deverá ser retomado mais à frente, depois que a pesquisa de doutorado for concluída. Talvez seja objeto de um pós-doutorado. Veremos.



Avatar X Guerra ao Terror

05/03/2010 | Por | Categoria: Blog

A briga de foice travada entre os filmes “Avatar” e “Guerra ao Terror” pelos principais prêmios (direção e filme) do Oscar 2010 não se trata apenas de uma batalha conjugal (já que os respectivos diretores, James Cameron e Kathryn Bigelow, foram casados). Esse detalhe da vida íntima dos cineastas pode até pôr pimenta no caldo, especialmente para a imprensa sensacionalista que cobre Hollywood, mas não passa de jogo de espelhos.

O que realmente me interessa nessa briga, muito mais do que o resultado final, é que ela sintetiza com muita propriedade as duas principais tendências, em termos narrativos e estilísticos, para onde o cinema comercial está caminhando neste século XXI.

Numa leitura superficial, essas tendências podem parecer completamente opostas (algo como Realidade X Fantasia), mas de fato elas convergem para um objetivo comum: oferecer ao espectador uma experiência de imersão cada vez maior e mais intensa dentro do tecido narrativo dos filmes.

É essa a direção em que a indústria de entretenimento aposta que vai virar o jogo para superar a crise que se abateu sobre a atividade após o advento da pirataria digital.

“Avatar” simboliza a aposta na tecnologia, reeditando os esforços que os grandes estúdios fizeram nos anos 1950 para conter os estragos causados pelo advento da televisão. Projeções digitais, IMAX, efeitos em 3D com óculos eletrônicos são alguns dos artefatos que promovem a experiência coletiva do cinema como algo único, que não pode ser igualado dentro de casa.

Ademais, não é coincidência o fato de “Avatar” ter se tornado o primeiro longa-metragem a superar a casa dos U$ 2 bilhões em faturamento nas salas de exibição. James Cameron repetiu o fenômeno “Titanic” porque soube, mais uma vez, aliar a superação de fronteiras tecnológicas com uma narrativa relativamente estável, que recorre a mitos e arquétipos milenares (o salvador messiânico, a comunhão com a natureza) e – curioso que ninguém tenha observado isso antes – traz uma personagem feminina de personalidade forte, a na’vi Neyrity.

Cameron sabe perfeitamente que os maiores fenômenos de bilheteria são aqueles que conseguem atrair tanto os homens quanto as mulheres na platéia. O próprio “Titanic” e “E o Vento Levou” (1939) são provas perfeitas dessa teoria.

Do outro lado do espectro, temos “Guerra ao Terror”, um filme que aposta nas técnicas de documentário-guerrilha (filmagens em locações reais, câmera na mão) para narrar uma história de ficção.

As táticas, então, são quase opostas. Saem a tecnologia avançada e os heróis mitológicos, entram a câmera colada nos personagens, os close-ups extremos, a montagem frenética, os escombros reais que passam ao espectador a sensação de estar no meio de uma batalha de verdade.

O filme de Kathryn Bigelow usa as técnicas de documentário para oferecer ao público uma experiência pseudo-antropológica de imersão numa realidade extrema.

Nesse sentido, mesmo utilizando um conjunto de ferramentas estilísticas completamente diferentes, o objetivo de James Cameron é o mesmo: criar uma narrativa ficcional que se aproxima bastante da experiência proporcionada por um jogo de videogame.

Esta mídia eletrônica (cuja arrecadação vem superando em muito, ano a ano e já há uma década, os montantes amealhados por Hollywood) aposta na sensação de imersão do espectador dentro de uma realidade extrema, tendência cinematográfica que vem se tornando cada vez mais aguçada, em diferentes direções.

Uma dessas direções é justamente o uso de técnicas de documentário para dar ao filme uma textura mais próxima da realidade. Vejamos: a câmera diegética de “A Bruxa de Blair” e “REC”, os atores oriundos das favelas vistas em “Cidade de Deus” e “Quem Quer Ser um Milionário”, a câmera tremida e os cortes super-rápidos de “O Ultimato Bourne”. Todas são ferramentas que oferecem ao espectador a ilusão de estar presenciando um naco de realidade. Uma realidade que ele não pode experimentar do lado de cá da tela, correndo o risco de morrer.

Mora aí a sedução desses recursos estilísticos. Noel Carroll dizia, em seu livro “A Filosofia do Horror, ou Paradoxos do Coração”, que as pessoas só se permitiam sentir medo diante de filmes de suspense ou horror porque podiam experimentar um pouco da adrenalina daquelas situações extremas vistas na ficção sabendo que qualquer momento podiam fechar os olhos ou sair da sala, e escapulir para a segurança e o conforto do mundo real. O princípio é o mesmo.

“Avatar” usa outras técnicas para alcançar a experiência da imersão de outra maneira. A aposta é na tecnologia. Óculos eletrônicos, telas gigantes, mixagem de som em até nove canais. O ambiente de projeção é tratado de maneira a passar a impressão de que o espectador está dentro da tela, caminhando ao lado dos personagens.

O princípio da imersão pode ser conferido tanto em um filme quanto no outro. É nele que Hollywood esta apostando para driblar a crise. Trata-se de mais um forte indício do quanto o videogame tem influenciado, estética e narrativamente, o cinema.

Para resumir, a cerimônia do Oscar, em si, não me diz muita coisa. Eu poderia usar esse espaço aqui para fazer previsões, mas isso vocês já podem ler em dezenas de portais, sites e blogs por aí, provavelmente com mais conhecimento de causa do que eu. Isso não me interessa mais.

E, no entanto, a batalha entre “Avatar” e “Guerra ao Terror” pode estar apontando para as duas tendências mais importantes do cinema de entretenimento do século XXI. E isso sim, me interessa bastante. Nesse sentido, não haverá vencedores ou perdedores nesta guerra.



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