A felicidade e os filmes

20/03/2009 | Categoria: Blog

Uma pequena ironia: satisfação profissional e pouco tempo para o Cine Repórter

Por: Rodrigo Carreiro

Vejam como a vida tem suas ironias. Uma das maiores felicidades que tive ao passar no concurso para professor do curso de Cinema da UFPE, no final de 2008, foi concretizar o desejo de trabalhar com cinema não mais como hobby diletante, mas como profissão. Em outras palavras, agora eu posso dedicar 100% do meu tempo (quando não estou com a família) ao cinema.

Sim, a experiência está sendo maravilhosa. Não encontro palavras para descrever a alegria de dar aulas sobre cinema, enquadrinhar trechos de filmes que amo, observar conceitos aparentemente simples (como “raccord”) minuciosamente, durante quatro horas seguidas, e extrair dessa reflexão detalhes que não seria possível apreender de outra forma.

Por outro lado, as aulas têm consumido meu tempo de uma maneira que eu não previ. Ser professor não se resume ao tempo em que se está dentro da sala de aula. Pelo contrário. Exige leituras e pesquisas praticamente o tempo todo.

No tocante ao Cine Repórter, o resultado disso é que ando sem tempo para atualizar o site como fazia antes. Até janeiro, conseguia escrever cerca de quatro a cinco textos novos por semana. A média atual estacionou em um ou dois.

Peço desculpas. Mas vou encontrar uma maneira de suprir essa deficiência.

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