O uso do som em falsos documentários de horror

26/09/2011 | Categoria: Outros textos

Como os diretores de filmes produzidos com uma falsa estética documental estão lidando com o conflito entre a legibilidade e a verossimilhança dos sons nesses títulos?

Por: Rodrigo Carreiro

Existentes desde o pioneiro “Canibal Holocausto” (1980) e populares desde “A Bruxa de Blair” (1999), os falsos documentários de horror lidam, na dimensão sonora, com um conflito entre dois princípios da poética do cinema: a verossimilhança e a legibilidade. Se o filme de ficção exige clareza narrativa – no som, isso requer legibilidade -, o filme de “found footage” demanda também certo grau de imperfeição na apresentação sonora, o que dá à trama credibilidade documental.

Na minha pesquisa atual, tento examinar o uso do som nesses filmes, a fim verificar de como os diretores estão lidando com essa contradição.

O vídeo a seguir traz a íntegra da apresentação que fiz no encontro anual da SOCINE, em setembro de 2011, na Universidade Federal do Rio de Janeiro.

[vimeo]http://vimeo.com/29636648[/vimeo]

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